2025 foi um ano revelador. Não porque o mundo corporativo inteiro fracassou — mas porque, em algumas empresas ao redor do mundo, vimos um desfile explícito de incompetência emocional que escancarou um problema silencioso, profundo e antigo: não sabemos lidar com gente tão bem quanto achamos.
Enquanto algumas organizações avançaram, inovaram e cuidaram das pessoas com seriedade, outras tropeçaram em erros básicos. Vimos corporações globais demitindo em vídeos gravados, líderes incapazes de sustentar conversas difíceis, ambientes que sufocavam mais do que desenvolviam, culturas incoerentes que pregavam “cuidado” enquanto praticavam negligência emocional. Não foi a estratégia que falhou. Foi o olhar humano.
A verdade é que o fracasso de 2025 não esteve nas planilhas, mas nos bastidores.
Estava nos líderes que confundiram pressão com gestão, nos feedbacks evitados, nas decisões apressadas tomadas por impulsos emocionais e não por consciência. Vimos equipes inteiras adoecendo enquanto discursos oficiais falavam em “bem-estar”. Vimos empresas tocarem fogo emocional nos times enquanto pediam engajamento no PPT.
E, no entanto, muita dessa disfunção é fruto de algo mais simples: a incapacidade de lidar com o invisível.
As tensões não ditas, os silêncios carregados, as energias que pesam, o clima que muda sem aviso, os vínculos que se rompem — tudo isso governou, de modo subterrâneo, grande parte dos resultados de algumas empresas que passaram por 2025 cambaleando emocionalmente.
E é aqui que entra 2026: o ano que exige mais consciência do que controle.
O ano em que a Inteligência Cênica — essa nova competência que venho desenvolvendo e que apresentarei brevemente no meu livro — deixa de ser insight e passa a ser necessidade estratégica.
Inteligência Cênica não é teatro. É leitura. É percepção. É entender o palco emocional onde as coisas realmente acontecem. É saber que nenhuma decisão é neutra e que toda interação carrega uma energia — construtiva ou destrutiva.
É a habilidade de compreender que cultura não vive nas paredes, vive no comportamento. Que segurança psicológica não nasce do discurso, nasce da prática. Que vínculos não se criam no onboarding, mas no cotidiano.
Que performance não nasce da cobrança, mas da clareza emocional.
As empresas que tropeçaram em 2025 não falharam por incompetência técnica. Falharam por cegueira emocional. E muitas delas — se nada mudarem — continuarão perdendo talentos, reputação e competitividade.
Mas há boas notícias. Sempre há. O que vimos em 2025 também gerou um movimento global de consciência. Organizações começaram a revisar suas práticas, líderes buscaram apoio emocional, culturas foram reavaliadas. Há uma mudança silenciosa em curso — um deslocamento da lógica da força para a lógica da lucidez.
2026 será o ano em que o mundo corporativo descobrirá que: Sem consciência emocional não há cultura. Sem cultura não há pertencimento. Sem pertencimento não há resultado.
E é aqui que a Inteligência Cênica surge não como modismo, mas como nova fronteira da maturidade organizacional. A arte de ler, interpretar e agir com profundidade nas relações humanas será o divisor de águas entre empresas que evoluem e empresas que repetem 2025 eternamente.
E que fique registrado: estamos apenas começando. Se 2025 mostrou as sombras, 2026 será o ano da luz — para quem tiver coragem de enxergar.
Por Ronaldo Loyola, especialista em gestão de pessoas e fundador da LHRC Consultoria (www.lhrc.com.br).
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